Brasil
Pollyana Freire (São Paulo,1982) vive e trabalha em Portugal desde 2010. Licenciada em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de São Paulo e mestre em Linguagens Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, concluiu sua formação no Ar.Co, tendo feito o Curso Avançado em Artes Plásticas. Foi selecionada para o Prémio EDP Novos Artistas em 2015. Inaugurou sua primeira escultura pública em 2025, na aldeia de Sardín, Espanha. Das suas mais recentes exposições individuais destaca-se: "Mas Se Acaso", KubikGallery Porto, 2026; “A Pequena Forma” no Ar.Co Xabregas, 2025; VÃO no MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, 2023, seguindo-se VANO na Central Artistica de Bueño, Espanha, 2024; "Verde-azulado, Azul-amarelado", n'A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, Fundão, 2024. Em 2017 fez a sua primeira exposição individual em Portugal, "Escultura", seguindo-se "Cavalo Verde", em 2020, ambas no Módulo - Centro Difusor de Arte, Lisboa. Em 2017, foi convidada para integrar a 8.a edição da exposição Artemar, em Cascais, comissariada por Luísa Soares de Oliveira. De entre as exposições coletivas que integrou, refiram-se: "Não sei se posso desejar-lhe um feliz ano", no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa, 2022; "Play is a serious matter", Museu das Comunicações / Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa, 2019; "O pouco ou muito a diferença é pouca", Módulo – Centro Difusor de Arte, 2014. Foi selecionada em 2012 para o IV Certamen de Dibujo Contemporáneo Pilar y Andrés Centenera Jaraba, integrando a exposição "Me, Myself and I", em Madrid, onde recebeu uma menção honrosa.