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DESCRIPTION:A exposição, com o título emprestado pelo poema de Manuel Gusmão (Évora, 1945 – Lisboa, 2023), assenta numa visão do território como um corpo visual e social em permanente mudança, de certa forma como uma ideia poética de paisagem a partir da coleção de arte enquanto cenário de fundo e, ao mesmo tempo, agente transformador do universo cultural do projeto da Fundação PLMJ, neste momento com uma ligação ao território diversificado que é o Alentejo, mais especificamente a Évora.\nA ideia (e a reflexão) sobre a paisagem cultural associada a uma coleção de arte é atualmente mais presente como modelo da diversidade e da transformação do mundo em devir, em mudança. Neste aspeto, o poema de Manuel Gusmão é um repto à nossa memória remissiva, que deriva para outras referências e poéticas:\n              “O mundo quando não estamos a olhar: as paisagens \n                mudam de lugar, vão mudando o mundo.”\nNeste sentido, aparentemente mais poético, a exposição constitui-se como uma paisagem prospetiva que, seguindo a arquitetura do espaço, propõe diversas leituras sobre a ideia de mudança, que não se resume a diferentes técnicas e meios artísticos, assumindo com singular pertinência temáticas sobre núcleos e obras da coleção que expressam uma ideia de diferença (do feminino à justiça e à política, por exemplo), numa diversidade geracional e local, dado que a exposição integra artistas de diversos países de língua portuguesa.\nA coleção da Fundação PLMJ é uma coleção corporativa, uma coleção de empresa. Contudo, a transversalidade de meios artísticos que a constitui deve-se a uma atenção à criação contemporânea desde o seu início, com especial destaque para o núcleo de fotografia (que atravessa o século XX até à atualidade) e para as obras em formato vídeo que integram a exposição. A escultura, que terá aqui uma presença representativa dos artistas que a trabalham como disciplina fundamental, vai encontrar nos espaços interiores e exteriores do edifício da Fundação Eugénio de Almeida relações entre o lugar e a paisagem, a par com o desenho, a pintura e a performance que será realizada durante a segunda metade do período da exposição por Mariana Gomes, numa estreita ligação com a gastronomia local e os diferentes públicos que a vivem no seu quotidiano.\n“as paisagens mudam de lugar” parte de uma leitura da impermanência poética em cada lugar e contexto da imagem que não se fixa, que permanece e desafia a sua possível impermanência, seja uma imagem em movimento, bidimensional ou uma outra escultórica.\n\n\nOrganização: Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida (FEA)
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LOCATION:Largo do Conde de Vila Flor, Évora
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SUMMARY:Fundação PLMJ em exposição na Fundação Eugénio de Almeida
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